Ao refletir sobre o Esporte escolar no Brasil, Costa
(2015) sublinha a força da influência
mercadológica, midiática e da espetacularização
esportiva para dentro da Educação Física escolar,
sugerindo padrões de performance e rendimento
máximo. Nesse sentido, o autor propõe saídas
para a construção do esporte dentro das
instituições de educação básica, como transformar
as regras de acordo com os interesses da turma,
bem como buscar construir novas práticas
esportivas. Logo, Costa (2015) defende que o
esporte escolar possibilite ao estudante: