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Paciente com 55 anos, o qual desconhecia comorbidades prévias, deu entrada na unidade de terapia intensiva após ter sido submetido a embolectomia cirúrgica do membro inferior esquerdo, por oclusão arterial aguda no território da artéria femoral comum esquerda, cujos sintomas haviam se iniciado cerca de vinte horas antes. O cirurgião relatou pulsos distais após a cirurgia. Durante o primeiro dia pós-operatório na UTI, o intensivista relatou que o paciente estava afebril, com oligúria, evoluindo com taquidispneia importante; havia aumento de CPK importante, acidose metabólica, sem leucocitose. O membro operado mantinha perfusão adequada e sem tensão à palpação.

Qual é a hipótese diagnóstica correta?
 

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