A endodontia contemporânea deixou de
considerar a polpa dental apenas como tecido passivo, reconhecendo sua natureza altamente vascularizada,
inervada e imunologicamente ativa. Estudos
(Hargreaves & Berman, 2020; Farges et al., 2015)
apontam que a vitalidade pulpar e o reparo dependem
da interação entre células-tronco, mediadores
inflamatórios e microambiente dentinário. Assinale a
proposição mais consistente: