O enfrentamento da dependência química em
contextos clínicos e comunitários pressupõe uma
abordagem multifacetada, envolvendo acolhimento
sem julgamento, intervenções psicoterapêuticas,
orientação familiar e estratégias de redução de danos,
o que implica reconhecer a complexidade da relação
sujeito-substância e os fatores sociais que atravessam
o fenômeno.