Leia o texto abaixo sobre o gerenciamento de crises que envolvam
vítimas fatais.
“Uma das piores crises para uma corporação é a ocorrência de vítimas fatais, diretamente sob sua responsabilidade. Não é tão rara quanto parece, especialmente em empresas com alto risco. Algumas precisam triplicar a atenção, porque vivem no meio da crise. Mas podem-se incluir também nessa galeria, pelo menos no Brasil, hospitais, escolas e creches, parques de diversão, casas noturnas e a construção civil. (...) Para os stakeholders, principalmente empregados e mídia, as empresas são lentas e evasivas, quando não dissimuladas, em prestar informações quando acidentes fatais acontecem. O modelo talvez sejam as empresas aéreas, lentas para confirmar a lista de passageiros e em fornecer maior detalhamento, em caso de acidentes com mortes, mesmo sabendo que eles podem acontecer a qualquer momento”. (FORNI, 2019:147)
Para o autor, no caso das empresas aéreas, a atitude é até compreensível, porque, de acordo com o princípio básico de gerência nas crises com vítimas fatais,
“Uma das piores crises para uma corporação é a ocorrência de vítimas fatais, diretamente sob sua responsabilidade. Não é tão rara quanto parece, especialmente em empresas com alto risco. Algumas precisam triplicar a atenção, porque vivem no meio da crise. Mas podem-se incluir também nessa galeria, pelo menos no Brasil, hospitais, escolas e creches, parques de diversão, casas noturnas e a construção civil. (...) Para os stakeholders, principalmente empregados e mídia, as empresas são lentas e evasivas, quando não dissimuladas, em prestar informações quando acidentes fatais acontecem. O modelo talvez sejam as empresas aéreas, lentas para confirmar a lista de passageiros e em fornecer maior detalhamento, em caso de acidentes com mortes, mesmo sabendo que eles podem acontecer a qualquer momento”. (FORNI, 2019:147)
Para o autor, no caso das empresas aéreas, a atitude é até compreensível, porque, de acordo com o princípio básico de gerência nas crises com vítimas fatais,