Leia o excerto a seguir:
Uma equipe internacional de astrônomos identificou uma jovem estrela variável, localizada na constelação de Escorpião, que altera seu brilho aproximadamente a cada quatro anos. Essa variação de luminosidade provoca um fenômeno conhecido como “eco de luz” na nebulosa circundante, onde diferentes regiões da nuvem de gás e poeira refletem a luz da estrela em momentos distintos, devido à velocidade finita da luz e ao tamanho da nebulosa. Esse comportamento resulta em um padrão em que, quando a estrela aumenta seu brilho, uma parte da nebulosa escurece, enquanto outra se ilumina, e vice-versa. Esse fenômeno é semelhante à reverberação sonora, mas ocorre com ondas luminosas.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/estrela-altera-seu-brilho-a-cada-quatro-anos-e-acende-parte-da-nebulosa-que-a-circunda/ Acesso em 08.04.2025. Adaptado)
O fenômeno do “eco de luz” observado na nebulosa em torno da estrela variável mencionada, está corretamente relacionado com
Uma equipe internacional de astrônomos identificou uma jovem estrela variável, localizada na constelação de Escorpião, que altera seu brilho aproximadamente a cada quatro anos. Essa variação de luminosidade provoca um fenômeno conhecido como “eco de luz” na nebulosa circundante, onde diferentes regiões da nuvem de gás e poeira refletem a luz da estrela em momentos distintos, devido à velocidade finita da luz e ao tamanho da nebulosa. Esse comportamento resulta em um padrão em que, quando a estrela aumenta seu brilho, uma parte da nebulosa escurece, enquanto outra se ilumina, e vice-versa. Esse fenômeno é semelhante à reverberação sonora, mas ocorre com ondas luminosas.
(https://revistapesquisa.fapesp.br/estrela-altera-seu-brilho-a-cada-quatro-anos-e-acende-parte-da-nebulosa-que-a-circunda/ Acesso em 08.04.2025. Adaptado)
O fenômeno do “eco de luz” observado na nebulosa em torno da estrela variável mencionada, está corretamente relacionado com