A geografia cultural crítica, em diálogo com autores como Paul Claval e Denis Cosgrove, desloca a compreensão da cultura como simples representação estética para concebê-la como prática constitutiva do espaço, capaz de organizar territorialidades, identidades e relações de poder. No Brasil, manifestações como maracatu, cordel, samba e bumbameu-boi não apenas simbolizam pertencimentos, mas estruturam usos, controvérsias e formas de apropriação do território, tensionadas pela globalização e pela mercantilização cultural.
À luz dessa perspectiva, assinale a proposição mais consistente com a literatura especializada: