Considere um paciente de 65 anos, portador de
hipertensão, diabetes e fibrilação atrial permanente em
uso de varfarina que apresentou um infarto agudo do
miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST de
parede inferior e angioplastia primária de coronária
direita. Ecocardiograma realizado após tratamento inicial
revelou um aumento do átrio esquerdo, discreta
hipocinesia de parede inferior e insuficiência mitral leve.
Sobre o caso em questão, qual a estratégia
anticoagulante/antiagregante mais adequada na alta
hospitalar (de acordo com a última diretriz da Sociedade
Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto
Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento
ST)?