A historiografia sobre a escravidão africana no
Brasil, ao longo do século XX, evoluiu de uma perspectiva que
a concebia como um sistema de passividade e ausência de
agência dos escravizados, para uma abordagem que destaca as
diversas formas de resistência, como os quilombos, as revoltas,
o suicídio e a negociação cotidiana, ressignificando o papel
desses sujeitos na história nacional.