Um dos principais desafios na gestão e na curadoria de acervos arqueológicos em instituições
museológicas reside na necessidade de lidar com a chamada “vida dupla” desses materiais, conforme
analisa Bruno (2020). Esse conceito refere-se à tensão existente entre o valor intrínseco do objeto e suas
implicações. Qual alternativa descreve corretamente essa “vida dupla” e o desafio que ela impõe ao
museólogo?