Uma mulher de 32 anos procura a Unidade Básica de Saúde queixando-se de cansaço excessivo,
perda de interesse nas atividades que antes apreciava, dificuldade de concentração e distúrbios de
sono há aproximadamente 2 meses. Refere também alterações do apetite e sentimentos frequentes
de culpa e desesperança. Nega pensamentos suicidas ou histórico psiquiátrico prévio. Durante a
consulta, a equipe identifica fatores de risco psicossociais, incluindo sobrecarga familiar,
desemprego recente e pouco apoio social. A unidade dispõe de instrumentos de triagem de saúde
mental, como o PHQ-9, mas não tem psiquiatra em regime de atendimento contínuo.
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?