Paciente masculino, 14 anos, arremessador de
beisebol, apresenta dor crônica no cotovelo direito há
aproximadamente seis meses, com piora progressiva
durante os arremessos e após os treinos. Relata
também episódios intermitentes de "travamento" ou
bloqueio do cotovelo e uma sensação de estalido,
além de discreta perda da extensão completa da
articulação. O exame físico revela sensibilidade à
palpação sobre o capítulo do úmero e dor na extensão
terminal. Para uma avaliação mais detalhada, foi
solicitada uma ressonância magnética (RM) do
cotovelo.
Descrição da RM: "O exame de RM do cotovelo direito demonstra edema no osso subcondral do capítulo do úmero, acompanhado de um defeito osteocondral focal na superfície articular, medindo aproximadamente 5x7 mm, com bordas escleróticas adjacentes. Observa-se também a presença de um pequeno fragmento osteocondral livre na fossa olecraniana. Não há evidências de ruptura do ligamento colateral ulnar ou de tendinopatia significativa nos epicôndilos medial ou lateral."
Com base no quadro clínico e nos achados da ressonância magnética, qual é o diagnóstico mais provável para a condição do cotovelo do paciente?
Descrição da RM: "O exame de RM do cotovelo direito demonstra edema no osso subcondral do capítulo do úmero, acompanhado de um defeito osteocondral focal na superfície articular, medindo aproximadamente 5x7 mm, com bordas escleróticas adjacentes. Observa-se também a presença de um pequeno fragmento osteocondral livre na fossa olecraniana. Não há evidências de ruptura do ligamento colateral ulnar ou de tendinopatia significativa nos epicôndilos medial ou lateral."
Com base no quadro clínico e nos achados da ressonância magnética, qual é o diagnóstico mais provável para a condição do cotovelo do paciente?