A inclusão escolar, enquanto processo ético e político,
transborda os limites do acesso físico aos espaços
institucionais. Ela se materializa na forma como os
vínculos são produzidos e reconhecidos, nos modos de
circulação simbólica do sujeito com deficiência e na
tessitura das práticas cotidianas que atribuem sentido à
sua presença. Inerente a este horizonte de análise,
pressupõe-se que: