Estudo recente de pesquisadores brasileiros sugere
que, há 800 milhões de anos, a Terra era mais diversa
do que propõe a teoria clássica. Com uso de técnicas
inovadoras, o referido estudo reconstruiu as relações de
parentesco das tecamebas (Arcellinida), organismos que
viviam em ambientes marinhos e que foram fossilizados
por apresentarem um revestimento externo de sílica. A
partir disso, os pesquisadores calibraram a árvore da
vida, identificando, por exemplo, ancestrais de algas, fungos, plantas e animais, criando, assim, um cenário com
várias linhagens de diferentes espécies habitando o planeta naquele período.
(https://agencia.fapesp.br/ha-800-milhoes-de-anos-planeta-terra-era-mais- -diverso-do-que-se-imaginava-aponta-estudo-brasileiro/52419/. Adaptado)
Os organismos utilizados no estudo, as tecamebas, são seres vivos
(https://agencia.fapesp.br/ha-800-milhoes-de-anos-planeta-terra-era-mais- -diverso-do-que-se-imaginava-aponta-estudo-brasileiro/52419/. Adaptado)
Os organismos utilizados no estudo, as tecamebas, são seres vivos