A superação da "monocultura esportiva" nas aulas de Educação Física, ao integrar práticas não hegemônicas,
como o badminton e o atletismo, e paralímpicas, como o vôlei sentado, alinha-se a uma perspectiva
crítico-emancipatória. Nessa perspectiva, a principal justificativa pedagógica, para essa abordagem, reside na
possibilidade de