A caixa de Edgeworth é um mecanismo que permite
analisar, em um mercado simplificado, como trocas envolvendo
dois produtos podem ocorrer entre dois agentes, de modo a
melhorar o bem-estar de ambos. Na caixa de Edgeworth
representada pela figura a seguir, os agentes 1 e 2 detêm suas
dotações iniciais dos bens X e Y, como indicado: o agente 1
detém c unidades de X e a unidades de Y, enquanto o agente 2
detém d unidades de X e b unidades de Y. As curvas u1 e u2 são
as curvas de indiferença dos agentes 1 e 2 que passam pelo ponto
das respectivas dotações iniciais. Ambos os agentes têm
preferências racionais, convexas, monotônicas e contínuas pelos
dois bens. As linhas ab e cd e as curvas de indiferença dividem a
caixa em cinco regiões disjuntas, enumeradas pelos algarismos
romanos de I a V.
Na situação hipotética precedente, se os agentes 1 e 2 executarem trocas com vistas a atingir o ótimo de Pareto, a nova distribuição dos bens X e Y será um ponto localizado na região
Na situação hipotética precedente, se os agentes 1 e 2 executarem trocas com vistas a atingir o ótimo de Pareto, a nova distribuição dos bens X e Y será um ponto localizado na região