Na conjuntura político-econômica da década de 1930,
surgem as primeiras iniciativas do Estado brasileiro na
formulação de políticas sociais e públicas dirigidas às
famílias. Segundo Neder (1994), essas políticas tinham
como modelo o ideal de “família regular” e “saudável”, essas ideias foram absorvidas, sobretudo no campo médico,
jurídico e urbanístico. Esses princípios foram absorvidos,
pelo serviço social que incorpora no seu fazer profissional
uma ação moralizante e caritativa, que conforme (Horst e
Mioto, 2017) se configurava principalmente por: