Desde o período histórico denominado Romantismo
(1750-1850), as sapatilhas de ponta ainda têm levado em
sua composição cola, cetim, papéis especiais e palmilhas
flexíveis, os quais, segundo Sammarco e Miller (1982), são
materiais incapazes de oferecer proteção aos pés contra a
atuação de forças externas. Um índice alarmante de lesões
típicas decorrentes do treinamento do balé clássico utilizando
sapatilhas de ponta já se encontra bem documentado pela
literatura médica. O tornozelo, frequentemente atingido por
lesões crônicas e agudas em função do uso das sapatilhas de
ponta, inclui as articulações: