Considere um dia na sala de aula da turma do 2º ano. O planejamento preparado pela professora Olendina pressupõe que
os alunos aprendam palavras novas. Para estimulá-los, a professora levou uma caixa enfeitada com diversas palavras recor
tadas. Ela pede que as crianças sentem em círculo e passem a caixa cantando uma canção bem baixinho; sem fazerem barulho
ou atrapalharem a aula. Sabe-se que na caixa estão palavras como: macambúzio, medonho, tíbia, euforia, entre outras. Após
cada um pegar sua palavra nova, Olendina orienta que o último aluno deve entregar a caixa a ela. Pede que, em silêncio,
leiam a palavra nova e a copiem no caderno. Solicita, ainda, para que um aluno de cada vez fale o que significa a palavra, de
acordo com a imaginação. Sabe-se que ninguém acertou; apenas se aproximaram do conceito correto da palavra. Assim,
Olendina procede à leitura do significado das palavras. A leitura dos respectivos significados é feita por cada aluno (o conceito
já estava preparado em outro papel). Pergunta aos alunos se acharam sua palavra nova legal. Todos se manifestam. A
professora solicita que eles copiem do quadro todas as palavras novas e entrega os significados impressos, para colarem na
frente da palavra copiada no caderno. Bate o sinal do recreio e todos os alunos saem da sala. Olendina está orgulhosa da
aula. Ninguém atrapalhou a atividade e novos conceitos foram assimilados de um jeito diferente. Considerando a situação
hipotética, pode-se afirmar, conforme as teorias filosóficas da educação, que a aula foi: