O agravamento da pandemia da Covid-19 em todo o território nacional determinou o aumento da internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e, com isso, levou ao aumento do consumo de medicamentos sedativos, analgésicos e bloqueadores neuromusculares, decorrente da necessidade de intubação traqueal e manutenção de ventilação mecânica para suporte ventilatório e prolongada permanência nas UTIs. Em um hospital público, ocorreu, em certo momento, a falta de opioides. Sendo assim, o farmacêutico clínico teve que recorrer à equipe multiprofissional, relatar o caso e sugerir o uso de 10 mg (1 ampola), IV de 4/4h ou 6/6hs, associado à dextrocetamina, como opção para a sedação dos pacientes.