Cavaliere (2014), ao concluir sua discussão a respeito
da implementação das escolas públicas em tempo integral (ETIs), distingue duas concepções que podem prevalecer: uma que se limita “a ser mais um dispositivo de
atendimento às crianças e adolescentes em condição de
vulnerabilidade social ou educacional”; e outra cuja oferta promove “uma educação ampliada, multidimensional e
democrática”. Para a autora, a prevalência de uma dessas concepções depende, na prática, do seu desenvolvimento por parte