A incidência e a frequência das formas clínicas de amebíase no Brasil apresentam percentuais extremamente variáveis, talvez em decorrência da falta de padronização dos métodos diagnósticos e laboratoriais. Baseado no livro "Métodos de Laboratório Aplicados a Clínica (Oliveira Lima et al., 2001) e nas características dos principais protozoários causadores de amebíase, é correto afirmar que: