O paradigma educacional que considera a Libras como primeira língua (L1) e o português escrito como segunda língua (L2) para estudantes surdos está fundamentado em:
Noções de integração sem adaptações curriculares.
Políticas oralistas defendidas historicamente em congressos, como o de Milão (1880).
Metodologias exclusivamente gestuais, sem valorização da língua portuguesa.
Diretrizes que defendem a oralização como objetivo final da inclusão.
Princípios do bilinguismo, que respeitam a língua de sinais como base para o desenvolvimento cognitivo e linguístico.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.