A prevenção ao uso de substâncias psicoativas,
segundo as diretrizes atuais da Psicologia da Saúde,
deve centrar-se prioritariamente em campanhas
informativas sobre os efeitos prejudiciais das drogas,
evitando intervenções que promovam o
fortalecimento de habilidades psicossociais, pois
estas podem gerar resistência no público-alvo.