Em seu conhecido retorno aos textos de Freud, Lacan demonstra
que a psicanálise é orientada por uma ética própria, para a qual a
figura trágica de Antígona é modelo de subversão frente à tirania
com que as leis e as regras eventualmente organizam a vida
social. A ética da psicanálise pressupõe a radicalidade da
experiência analítica, na qual a singularidade prevalece sobre a
moral sexual e os padrões normativos com pretensões de
universalidade.
Trata-se de uma ética orientada pelo:
Trata-se de uma ética orientada pelo: