A incorporação de vacinas ao Sistema Único de Saúde
(SUS) demanda avaliações econômicas que considerem
não apenas os custos diretos de aquisição, mas também
os impactos sobre a morbimortalidade evitada, a produtividade, e a sustentabilidade do sistema a longo prazo.
Dentre as abordagens de avaliação econômica em saúde, a análise de custo-benefício se diferencia por permitir
uma integração direta entre custos e resultados.
Em qual situação a análise de custo-benefício é o modelo mais adequado para subsidiar decisões de incorporação de vacinas no SUS?
Em qual situação a análise de custo-benefício é o modelo mais adequado para subsidiar decisões de incorporação de vacinas no SUS?