Caso clínico para responder à questão.

Uma gestante de 18 anos de idade, que está com idade
gestacional de 20 semanas de vida intrauterina (VIU), buscou
o serviço de urgência odontológica em um consultório
odontológico particular. Sua queixa principal era de dor. Ao
exame clínico, observou-se inflamação do tecido gengival
que recobria parcialmente o dente 38, o qual se encontra
retido. Paciente referiu otalgia, disfagia, halitose e trismo. Ao
exame físico observou-se linfadenopatia cervical. A paciente
informou ser alérgica a penicilinas. A figura apresentada
esquematiza o caso.
A paciente retornou depois de dez dias, completamente recuperada dos sinais e sintomas que apresentava, trazendo a radiografia panorâmica que havia sido solicitada. Ao analisá-la o cirurgião-dentista observou que a paciente tinha agenesia do 18 e 28, porém o 48 estava presente em boca, na posição mostrada na figura apresentada. Depois de conversarem acerca dos riscos e dos benefícios do tratamento, o profissional e a paciente chegam à conclusão de que a exodontia do dente 38 deveria ser realizada naquele momento, mas que a do 48 seria realizada após o parto.
Como o dente 48 pode ser classificado, considerando a classificação sugerida por Pell e Gregory para a posição de profundidade do 3º molar?