No transcurso de um projeto interdisciplinar no ensino médio, um professor de Artes propõe a análise de imagens históricas e contemporâneas do espaço urbano. A sequência didática articula:
1. gravuras satíricas do século XIX, que circulavam em jornais e folhetins como crítica social;
2. cartazes modernistas que exploram tipografia, choque visual e circulação pública de ideias;
3. intervenções atuais de arte de rua (grafite, stencil e lambe-lambe), produzidas em muros e mobiliário urbano, com textos curtos, repetição seriada e disputas de visibilidade no território.
No debate em sala, um estudante afirma: “Arte de rua não tem história; é só vandalismo contemporâneo, sem relação com a tradição artística.”
O professor decide responder não apenas conceitualmente, mas por meio de uma mediação pedagógica ancorada na História da Arte. Diante do caso apresentado e a articulação entre História da Arte e Arte de Rua, infere-se que a mediação docente mais consistente é: