No decorrer do século XIX, o Império brasileiro vivenciou
a crise escravista e a transição gradual para o trabalho livre.
Intensificaram-se as pressões internas e externas pelo fim do
tráfico de africanos e da escravidão no país. Temendo o pior dos
cenários, as elites agrárias escravocratas pressionaram o Império
para que se adotassem alternativas, como o incentivo à imigração
que, segundo afirma José de Souza Martins em O Cativeiro
da Terra, representou uma nova forma de dominação social.
Considerando o desenrolar desse processo histórico, pode-se
afirmar que: