Uma escola pública situada em um município do semiárido brasileiro enfrenta ciclos prolongados de estiagem, expansão de áreas irrigadas com captação intensiva de um aquífero local e aumento recente de "ilhas de calor" no perímetro urbano. Estudantes relataram percepção de que "a seca é apenas um fenômeno natural inevitável" e que "ações individuais têm pouco efeito diante do clima". A coordenação pedagógica propôs um projeto de educação ambiental com base geográfica que combine: análise multiescalar (local−regional−global), correlação entre clima e uso do solo, mapeamento participativo de vulnerabilidades e definição de ações escolares monitoráveis. Segundo os fundamentos da Geografia aplicados à educação ambiental, o maior ganho formativo esperado com o projeto é: