Clarice é uma experiente professora e tem trabalhado
com crianças de terceiro ano do ensino fundamental. Ela
percebe que, cada vez mais, seus alunos estão imersos
em um novo contexto de exposição de linguagens, muito
mais complexo do que no início de sua carreira. Consultando o artigo de Frade, Araújo e Glória (2018), a professora se deparou com a ideia de que, no letramento digital,
é preciso favorecer “o uso da multimodalidade e de recursos semióticos”. Assim, Clarice entendeu corretamente
que deve alterar suas atividades e propostas, pensando
que estas devem estabelecer relações com