No campo dos Estudos da Tradução e Interpretação,
entende-se que o tradutor/intérprete de Libras não
toma decisões aleatórias, mas baseia suas escolhas no
objetivo final da tarefa. Por exemplo, ao atuar em uma
aula de laboratório, o profissional prioriza a exatidão
técnica e o aprendizado do aluno, enquanto em um
sarau de poesias, sua prioridade desloca-se para a
estética e a experiência artística. Essa abordagem, que
defende que a estratégia tradutória é determinada pela
função (skopos) que o texto deve cumprir no contexto
de chegada, refere-se à: