Para Nascimento (2024), no sentido da sua essência e
existencialidade, dançar implica, inevitavelmente, a presença
de um corpo que se move num determinado espaço e num
determinado tempo e que, ao mover-se, se relaciona com
partes desse mesmo corpo, com outros corpos ou com
objetos que habitem o espaço onde se desenvolve o
movimento. Nesse sentido, é no âmbito da dança enquanto
arte contemplativa que: