A constituição epistemológica e ética da formação do tradutor-intérprete de Libras, tal como delineada nas diretrizes curriculares nacionais e em estudos de Fernandes, Echeita e Brito, problematiza o reducionismo técnico-instrumental frequentemente atribuído a essa prática. Diante disso, qual alternativa reflete com maior acurácia uma crítica fundamentada às implicações da formação tecnicista nesse campo profissional?