Homem de 48 anos, obeso (IMC 34 kg/m²), é
encaminhado ao neurologista por queixas de sonolência
diurna excessiva, dificuldade de concentração e fadiga
persistente, mesmo após noites aparentemente
completas de sono. Sua esposa relata que ele ronca
intensamente e, frequentemente, apresenta pausas
respiratórias seguidas de engasgos durante o sono. Ao
exame físico, apresenta circunferência cervical
aumentada (44 cm) e hipertrofia de amígdalas. A Escala
de Sonolência de Epworth é de 16/24. Uma
polissonografia noturna é solicitada e revela um Índice
de Apneia-Hipopneia (IAH) de 32 eventos por hora. A
conduta terapêutica de primeira linha mais adequada
nesse caso é