Um paciente do sexo masculino, 35 anos, com diagnóstico de retocolite ulcerativa
(RCU) extensa, está em remissão clínica e endoscópica sustentada há 4 anos. Ele utiliza azatioprina
(um agente tiopurínico) como terapia de manutenção e também toma mesalazina oral. Durante uma
consulta de rotina, ele expressa preocupação com os riscos de longo prazo de seus medicamentos,
especificamente perguntando sobre a necessidade de rastreamento de câncer de pele, dado o uso
crônico de azatioprina. Ele não tem histórico pessoal ou familiar de melanoma ou câncer de pele não
melanoma (CPNM). Qual é a abordagem recomendada mais apropriada para a prevenção e
rastreamento de câncer de pele, dada a medicação de manutenção do paciente?