No livro “Por uma epistemologia da educação
dos corpos e da educação física”, dos
organizadores Eduardo Galak, Pedro Athayde e
Larissa Lara, podemos destacar a tentativa de
responder à questão inicial sobre as formas de
desenvolvimento das relações entre a prática e
teoria pedagógica com a epistemologia e a
reflexão filosófica no campo da educação física no
Brasil. Acerca do tema, analise as ponderações a
seguir:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. No contexto da constituição dos campos profissional, acadêmico e científico, a educação física do Brasil evolui desde as primeiras práticas esportivas antes e durante a era colonial, a criação dos primeiros cursos técnicos de aprimoramentos dos ofícios na área, a normatização dos primeiros cursos de licenciatura que definem os campos acadêmicos ao desenvolvimento do campo científico com a inserção da pesquisa científica no lugar restrito da pós-graduação stricto sensu.
IV. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
É correto o que se afirma em:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. No contexto da constituição dos campos profissional, acadêmico e científico, a educação física do Brasil evolui desde as primeiras práticas esportivas antes e durante a era colonial, a criação dos primeiros cursos técnicos de aprimoramentos dos ofícios na área, a normatização dos primeiros cursos de licenciatura que definem os campos acadêmicos ao desenvolvimento do campo científico com a inserção da pesquisa científica no lugar restrito da pós-graduação stricto sensu.
IV. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
É correto o que se afirma em: