Paciente de 42 anos com doença de Crohn apresenta fístula perianal complexa com múltiplos trajetos (fístula transesfincteriana com ramificações). Após 8 semanas de tratamento clínico com antibióticos e imunossupressores (infliximabe), a fístula persiste drenando. Qual é a estratégia cirúrgica mais apropriada, considerando o risco de incontinência fecal?