No tratamento profilático das formas frequentes ou crônicas
de migrânea podemos lançar mão de medicamentos que
modulam a dor a nível central ou periférico, levando-se em
conta a complexa fisiopatologia da dor e outros sintomas
neurológicos da crise migranosa. Atualmente, temos acesso
a moléculas como o galcanezumabe e fremanezumabe no
Brasil, que agem com este fim. Quais são os alvos destas
moléculas e o local onde agem, respectivamente?
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