Em uma equipe de atenção básica, observa-se que o atendimento inicial aos usuários ocorre exclusivamente por ordem de chegada, com encaminhamento rápido para consulta. Relatos de sofrimento emocional costumam ser adiados, sob a justificativa de que demandam outro momento de atendimento.
Essa organização do trabalho é justificada como estratégia para garantir fluidez do atendimento diário. Ao confrontar essa prática com a diretriz de acolhimento prevista na Política Nacional de Humanização, infere-se que: