Na utilização da Classificação Brasileira de Diagnósticos Fisioterapêuticos (CBDF), o conceito atribuído
à “parte do processo fisioterapêutico proveniente
do(s) diagnóstico(s) fisioterapêutico(s), interpretado
a partir da análise de dados semiológicos observados
no presente, com o intuito de supor um estágio futuro
de uma deficiência cinético-funcional e das capacidades da pessoa quanto às suas limitações de mobilidade e restrições de participação social” condiz ao que
conhecemos como: