Durante formação sobre sustentabilidade e saúde na
educação profissional técnica, apresentam-se dados de
relatórios internacionais indicando que indicadores
tradicionais de progresso centrados no crescimento
econômico intensificam desigualdades, deterioram o
meio ambiente e agravam crises sociais. Discute-se a
necessidade de modelos alternativos de
desenvolvimento. Nesse contexto, professores analisam
diferentes paradigmas: o modelo convencional de
desenvolvimento baseado em acumulação de capital e
maximização do PIB como parâmetros de progresso; e o
paradigma do bem viver, originado em epistemologias
latino-americanas de povos indígenas andinos, que
propõe vida orientada pela qualidade das relações com a
natureza e pela valorização de princípios comunitários.
Considerando os desafios contemporâneos relacionados
a crises ambientais, desigualdades sociais e
esgotamento de recursos naturais, o paradigma que
melhor fundamenta práticas educacionais
comprometidas com justiça social e sustentabilidade
ecológica