Com base na prática da cirurgia pediátrica, o princípio bioético indispensável quando há divergência entre a decisão dos responsáveis legais e a indicação médica é:
Priorizar a autonomia dos responsáveis, mesmo que contrarie evidências científicas.
Assegurar o princípio da beneficência, fundamentando a decisão clínica em evidências e no melhor interesse da criança, respeitando limites legais e éticos.
Substituir decisão médica por protocolos administrativos, sem considerar individualidade do paciente.
Limitar a atuação médica apenas ao cumprimento da vontade familiar.
Evitar registro formal da divergência para preservar relação médico-família.
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