Leia atentamente o texto abaixo:
"O aumento da oferta de mão de obra africana na Amazônia não motivou uma transição da escravidão indígena para a africana. Pouco adiantaram os sermões, as condenações das ações criminosas e pecaminosas contra os 'filhos das matas´, e muito menos a legislação que desencorajava a escravidão indígena. [...] Pacificar, civilizar, domesticar os silvícolas arredios são ações que ainda fazem parte dos discursos e práticas daqueles que buscam consolidar a ocupação da 'última fronteira´. O nativo continua a ser o Outro. Na Amazônia, diferente do ocorrido em São Paulo, os tejupares não cederam lugar às senzalas. Negros da terra, e negros da África, compartilharam o mundo do trabalho."
FUNES, Eurípedes A. Nasci nas matas, nunca tive senhor. Fortaleza: Plebeu Gabinete de Leitura, 2023, p.88.
A partir da leitura do texto acima, analise as afirmativas abaixo:
I. A escravização do africano no território ocupado pelo império português nas terras conquistadas a partir do século XVI não ocorreu de forma simultânea, nem igual. Ao Norte, por exemplo, dadas as particularidades locais, escravizados de além-mar ou autóctones foram usados indistintamente.
II. A legislação do império português sobre o uso de mão de obra escrava na sua colônia no chamado Novo Mundo era omissa em relação aos povos passíveis de escravização e, em razão disso, tanto os nativos da África quanto os nativos locais foram submetidos a esse regime de trabalho.
III. A escravização de pessoas na colônia portuguesa no chamado Novo Mundo foi cuidadosamente controlada, seja por razões econômicas, seja por interesses políticos, e permitiu que esse comércio ocorresse apenas quando voltado para o uso dessa mão de obra em atividades econômicas como a produção agroindustrial.
IV. A Igreja Católica, aliada do império português por meio de dispositivos como o Patronato Régio, buscou inibir o uso da mão de obra do nativo das terras do chamado Novo Mundo e defendeu o uso do escravizado africano e, portanto, o comércio ultramarino, lucrativo para a coroa portuguesa.
Estão CORRETAS as afirmativas:
"O aumento da oferta de mão de obra africana na Amazônia não motivou uma transição da escravidão indígena para a africana. Pouco adiantaram os sermões, as condenações das ações criminosas e pecaminosas contra os 'filhos das matas´, e muito menos a legislação que desencorajava a escravidão indígena. [...] Pacificar, civilizar, domesticar os silvícolas arredios são ações que ainda fazem parte dos discursos e práticas daqueles que buscam consolidar a ocupação da 'última fronteira´. O nativo continua a ser o Outro. Na Amazônia, diferente do ocorrido em São Paulo, os tejupares não cederam lugar às senzalas. Negros da terra, e negros da África, compartilharam o mundo do trabalho."
FUNES, Eurípedes A. Nasci nas matas, nunca tive senhor. Fortaleza: Plebeu Gabinete de Leitura, 2023, p.88.
A partir da leitura do texto acima, analise as afirmativas abaixo:
I. A escravização do africano no território ocupado pelo império português nas terras conquistadas a partir do século XVI não ocorreu de forma simultânea, nem igual. Ao Norte, por exemplo, dadas as particularidades locais, escravizados de além-mar ou autóctones foram usados indistintamente.
II. A legislação do império português sobre o uso de mão de obra escrava na sua colônia no chamado Novo Mundo era omissa em relação aos povos passíveis de escravização e, em razão disso, tanto os nativos da África quanto os nativos locais foram submetidos a esse regime de trabalho.
III. A escravização de pessoas na colônia portuguesa no chamado Novo Mundo foi cuidadosamente controlada, seja por razões econômicas, seja por interesses políticos, e permitiu que esse comércio ocorresse apenas quando voltado para o uso dessa mão de obra em atividades econômicas como a produção agroindustrial.
IV. A Igreja Católica, aliada do império português por meio de dispositivos como o Patronato Régio, buscou inibir o uso da mão de obra do nativo das terras do chamado Novo Mundo e defendeu o uso do escravizado africano e, portanto, o comércio ultramarino, lucrativo para a coroa portuguesa.
Estão CORRETAS as afirmativas: