Uma Engenheira de Telecomunicações, 38 anos, atleta de
fisiculturismo, moradora de Florianópolis, Santa Catarina, foi
trabalhar no interior de Sergipe. Ao retornar para sua residência,
relatou que o quadro clínico se iniciou com manifestações
pruriginosas na pele, semelhantes a picadas de inseto, que
duraram cinco dias e melhoraram espontaneamente. Após sete
semanas, desenvolveu sinais/sintomas gerais que
compreenderam febre alta, mialgia, fraqueza, cansaço,
linfodenopatia, febre, cefaléia, anorexia, dor abdominal; diarreia,
náuseas, vômitos e tosse seca. Ao exame físico foi detectado
hepatoesplenomegalia. O hemograma revelou eosinofilia
elevada. Foram prescritos medicamentos de suporte e específico.
Foi aventada a hipótese de febre de Katayama. A febre de Katayama foi descrita pela primeira vez em 1847, na região de Katayama (prefeitura de Hiroshima, Japão). O relato original foi feito por Yoshinao Fujii (também transliterado como Fujii Kōchoku), que documentou os sintomas clínicos em pessoas que trabalhavam em campos alagados, observando febre, coceira intensa e inchaço abdominal logo após contato com água doce.
O diagnóstico e a medicação específica mais indicada para o caso são
Foi aventada a hipótese de febre de Katayama. A febre de Katayama foi descrita pela primeira vez em 1847, na região de Katayama (prefeitura de Hiroshima, Japão). O relato original foi feito por Yoshinao Fujii (também transliterado como Fujii Kōchoku), que documentou os sintomas clínicos em pessoas que trabalhavam em campos alagados, observando febre, coceira intensa e inchaço abdominal logo após contato com água doce.
O diagnóstico e a medicação específica mais indicada para o caso são
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