Mulher de 22 anos procura avaliação para tratamento de
cefaleia. O primeiro episódio iniciou-se aos 16 anos, porém a frequência aumentou para 1 a 2 episódios mensais
no último ano. As cefaleias não são precedidas por aura.
Caracteristicamente, são bilaterais, de caráter pulsátil e
tão intensa que a obriga a se ausentar do trabalho. A dor
é exacerbada por ruído intenso e atividade física. Cada
episódio dura até o anoitecer; ela desperta na manhã seguinte sem dor ou náusea, apta para retornar às suas
atividades. Faz uso de paracetamol no início da dor, sem
benefício. Nega o uso de outras medicações, incluindo
contraceptivos orais e não há antecedentes mórbidos.
Sinais vitais e exame neurológico não apresentam alterações.
Qual é o próximo passo mais adequado no manejo dessas cefaleias?
Qual é o próximo passo mais adequado no manejo dessas cefaleias?
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Médico - Medicina do Trabalho e Clínica Geral
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