O processo de mercantilização da saúde, mesmo
após a criação do SUS, ainda se manifesta por meio da
coexistência de sistemas público e privado, o que impõe ao
Assistente Social o desafio de mediar as tensões entre o direito
universal à saúde e a lógica do mercado, sem, no entanto, poder
questionar as bases econômicas que sustentam essa dualidade
em sua intervenção pragmática.