Um professor trabalha parkour com crianças.
Inicialmente vivenciam a atividade no espaço escolar e,
posteriormente, entrevistam traceurs/traceuses que
trazem conceitos de espaço público versus privado. O
docente solicita às famílias que vivenciem parkour nos
territórios que frequentam, fazendo registros em vídeo.
Ao retornar, as crianças assistem aos vídeos entre si e
conversam. Quando novas crianças chegam, as antigas
propõem ensinar em espaço natural da escola. Uma
criança estabelece nomenclatura própria: "quem faz
parkour é parkourzeiro", diferente da terminologia técnica
dos praticantes externos. A função pedagógica mais
complexa dessa arquitetura didática que intercala
vivência escolar, mediação de conceitos de
territorialidade, registros visuais familiares, transmissão
entre pares e construção identitária é: