(PMM/URCA 2025) Durante um programa municipal
de condicionamento físico, o Profissional de Educação
Física observa que um grupo de adultos participa de
sessões de treinamento intervalado de alta intensidade
(HIIT) voltadas à melhoria da aptidão cardiorrespiratória. Após algumas semanas, nota-se que, em séries
com esforços repetidos e intervalos curtos, há redução
progressiva da potência e da velocidade de execução,
mesmo entre os praticantes mais treinados. Diante
desse cenário, o profissional decide investigar os mecanismos fisiológicos subjacentes à fadiga muscular
aguda. Sabe-se que, nesse tipo de esforço, ocorre predominância do metabolismo anaeróbio lático, resultando
na acumulação de íons hidrogênio (H+) no meio intracelular, o que altera o pH e afeta a capacidade de
interação entre os filamentos de actina e miosina. Do
ponto de vista fisiológico, o fenômeno descrito decorre
principalmente: