A perspectiva histórico-cultural no ensino e
aprendizagem sugere que o desenvolvimento das funções
psíquicas superiores, como a linguagem, ocorre por meio da
internalização de instrumentos e signos culturais, o que implica
que a aquisição da leitura e escrita é intrinsecamente ligada à
interação social mediada pelo professor e pelos pares, diferindo
do construtivismo piagetiano por enfatizar a dimensão social
em vez da individual.